Vilarejo
Vilarejo, cantinho, villa, pueblito, casa, abrazo, beso...
Saturday, July 02, 2011
El arte del mirar
Hace algunas semanas, o mejor, meses, comencé, luego de pensarlo mucho y de que la idea quedara en mi cabeza por algunos meses, un curso de fotografia - ciclo básico. Siempre me había causado curiosidad el saber por qué, con mi camarita compacta, cuando tomaba fotos, nunca ellas quedaban ni parecidas ni siquiera un poquito con la imagen espectacular que había visto en un viaje o un paseo.. saben, aquellos registros fotográficos que tomamos con tanta ilusión y que cuando vemos en el computador o impresos, no son los mismos que capturaron nuestra atención aquella tarde o aquella mañana. Pues bien, esta fue la razón que me inspiró y me movilizó a realizar este curso y la verdad, es de las mejores actividades extra-curriculares que he realizado en mi vida adulta (?)... así que estoy descubriendo el "arte de olhar". Primera regla, todo es relativo al punto de vista :).
Friday, April 22, 2011
Tendencias musicales
Ando por estos días explorando músicas diferentes, conociendo culturas, raíces, tendencias.. He escuchado desde tango electrónico de Bajo Fondo, pasando por Michael Bubble, yendo por Jenifer López Ft Pitbull y quedándome con un sonido musicalmente delicioso, no sólo por su voz sino por la melodía de la guitarra. Y es que la música para mi es eso.. así que los dejo con esta música de Paula Fernandes.. "Jeito de Mato"
Tuesday, April 12, 2011
Introspección
Ayer, mientras caminaba por el calçadão de copacabana y pensaba en cuántas veces, en qué momentos y con quien, yo había andado por esa playa. Ayer estaba sola, pero en mi cabeza iban y venían varias personas que he conocido a lo largo de estos años.. y pensé, 7 años es mucho tiempo, qué habré venido a buscar en Brasil cuando decidí dejar todo y venir a comenzar una nueva vida? y la pregunta más importante.. será que lo encontré???. Aún no tengo la respuesta.... continúo buscándola.
Thursday, March 24, 2011
Wednesday, March 16, 2011
Paravras emprestadas - Fernando Verissimo
Quase
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
Ainda pior que a convicção do não é a incerteza do talvez, é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga,
quem quase passou ainda estuda,
quem quase morreu está vivo,
quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.
A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são.
Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
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